Os números não incluem deslocamentos sem conexão com compromissos oficiais, nem as viagens internacionais (ele foi para EUA, Espanha, Portugal, Haiti, Argentina, Paraguai, Suíça, Alemanha, Israel, Emirados Árabes). Indicado pelo Partido Progressista (PP), Barros foi nomeado para o comando da pasta da Saúde logo depois de o presidente da República Michel Temer (PMDB) assumir no Palácio do Planalto, em 12 de maio de 2016. Para ocupar tal cargo, foi obrigado a se licenciar da Câmara dos Deputados, onde exercia seu quinto mandato. Já anunciou que, na pasta da Saúde, fica até abril , quando precisa se desincompatibilizar para poder concorrer novamente a uma das 30 cadeiras de deputado federal pelo Paraná, no pleito marcado para outubro.  CAIXA ZERO: Barros deve emplacar sucessor e “acumular” ministério durante campanha Apesar da licença, Barros manteve uma agenda parcialmente voltada para o Paraná, onde sua esposa, a ex-deputada federal Cida Borghetti (PP), é vice-governadora e também pré-candidata ao posto máximo do Executivo estadual. De janeiro a dezembro do ano passado, Barros registrou compromissos oficiais em 20 cidades do Paraná: Maringá, sua principal base eleitoral; a capital Curitiba; e também Arapongas, Campo Mourão, Cascavel, Cianorte, Colombo, Cornélio Procópio, Foz do Iguaçu, Londrina, Marialva, Paranaguá, Paranavaí, Pato Branco, Pinhais, Ponta Grossa, Sarandi, São José dos Pinhais, Toledo e Umuarama.  Da lista, algumas foram visitadas mais de uma vez, como Curitiba e Foz do Iguaçu. E nem todos os compromissos no Paraná estavam diretamente relacionados ao Ministério da Saúde. Em 16 de janeiro de 2017, por exemplo, consta na agenda do ministro da Saúde a participação em um ato do governo do Paraná de liberação de recurso da cota extra de ICMS para os municípios do estado .  Nenhuma outra região foi tão percorrida em 2017, embora Barros também tenha visitado cidades localizadas em outros 23 estados.  Em São Paulo, ele percorreu dez municípios (Botucatu, São Manuel, Fernandópolis, Santos, Campinas, Bairro do Limão, São José dos Campos, Paraíso, Barretos, e a própria capital, São Paulo). E é significativo o número de viagens para a capital de São Paulo: somam-se mais ou menos 25 dias de compromissos na cidade mais populosa do Brasil, distribuídos ao longo do ano. Na condição de ministro da Saúde, ele também foi aos estados do Rio Grande do Sul (Tenente Portela, Santo Augusto, Ijuí, Porto Alegre, Uruguaiana, Bento Gonçalves); do Espírito Santo (Aracruz, Guarapari, Vitória, Boa Vista, Cariacica, Viana); de Minas Gerais (Janaúba, Montes Claros, Uberlândia, Governador Valadares); de Santa Catarina (Chapecó, Florianópolis, Jaraguá do Sul); da Bahia (Costa do Sauípe, Feira de Santana, Salvador); de Goiás (Cidade de Goiás, Palmeiras de Goiás); do Rio Grande do Norte (Natal, Mossoró); de Piauí (Paranaíba, Teresina); de Pernambuco (Petrolina, Recife); do Pará (Belém, Ananindeua, Marituba); de Mato Grosso (Rondonópolis, Cuiabá); de Roraima (Boa Vista, Bonfim); e da Paraíba (Campina Grande). Ele também cumpriu agenda nas capitais dos seguintes estados: Rio de Janeiro (Rio de Janeiro); Ceará (Fortaleza); Maranhão (São Luís); Mato Grosso do Sul (Campo Grande); Alagoas (Maceió); Acre (Rio Branco); Tocantins (Palmas); Amapá (Macapá); e Sergipe (Aracaju).

Cunha estaria abastecendo investigadores com informações e provas Segundo a jornalista Helena Chagas, teriam partido de Cunha alguns elementos que deram base a operações e investigações envolvendo, por exemplo, os peemedebistas e a Caixa; "Mas o arranjo informal, que poupa os procuradores e o juiz Sérgio Moro de ficar mal na foto da opinião pública por fazer concessões e até soltar o inimigo número 1 do país, viria sendo útil também para o ex-deputado. Conseguiu, por exemplo, que sua mulher, Claudia Cruz, fosse absolvida por Moro em um dos processos em que era acusada de lavagem de dinheiro", diz 9 de Fevereiro de 2018 às 08:33 // Inscreva-se na TV 247 Paraná 247 - O ex-deputado Eduardo Cunha que cumpre pena de 15 de prisão por corrupção no Complexo Médico Penal de São José dos Pinhais, estaria abastecendo os investigadores com informações e provas, num sinal de boa vontade, uma espécie de acordo antecipado. Segundo a jornalista Helena Chagas, teriam partido de Cunha alguns elementos que deram base a operações e investigações envolvendo, por exemplo, os peemedebistas e a Caixa Econômica Federal. "Como não se trata de um acordo formal, seria uma delação seletiva. Neste momento, Cunha entrega quem ele quer, e como quer. E pode poupar alguns amigos – o que não quer dizer que, no futuro, não possa entregá-los em outras circunstâncias, com uma possível formalização do acordo", diz Chagas.  "Mas o arranjo informal, que poupa os procuradores e o juiz Sérgio Moro de ficar mal na foto da opinião pública por fazer concessões e até soltar o inimigo número 1 do país, viria sendo útil também para o ex-deputado. Conseguiu, por exemplo, que sua mulher, Claudia Cruz, fosse absolvida por Moro em um dos processos em que era acusada de lavagem de dinheiro", acrescenta.  Leia o texto na íntegra no blog Os Divergentes . 

Dois ficam feridos em colisão entre carro e ônibus na BR-277 Duas pessoas ficaram feridas em um acidente na noite desta sexta-feira (26) no km 69 da BR-277 no município de São José dos Pinhais. A colisão aconteceu em frente a empresa Renault, quando um veículo Renault Scenic acabou colidindo de frente em um ônibus da empresa Rimatur. Após o impacto o ônibus saiu da marginal da rodovia e foi parar em cima de uma mureta que liga as pistas. Por muito pouco o ônibus não tombou. O motorista do ônibus ficou ferido no acidente. O motorista do carro teve ferimentos leves e na chegada da Polícia Rodoviária Federal ele se negou a fazer o teste do bafômetro. Ambos motoristas foram encaminhados a um hospital de São José dos Pinhais. De acordo com relatos de testemunhas, o motorista do carro estava retornando de uma choperia quando no cruzamento da marginal acabou entrando na contramão da via provocando o acidente.

são josé dos pinhais